Uma Pequena História Sobre Eliza Dushku

Em Nova Hampshire, nos Estados Unidos, durante um evento que tinha o objetivo era chamar a atenção para o perigo das drogas, a atriz Eliza Dushku fez um discurso onde aconteceram algumas revelações…

“Algo que as pessoas não sabem sobre mim é que fui alcoólatra e viciada em drogas durante anos”, afirmou.

Dushku, uma atriz conhecida. Classificada como a 13º mulher mais sexy do mundo, de acordo com a Maxim (revista masculina). Participou na série “Buffy the Vampire Slayer”. Revelou, desta vez, que está sóbria há aproximadamente oito anos e meio.

“Adorei a sensação que tive quando consumi drogas pela primeira vez”

Eliza que aos 14 anos de idade consumiu canábis pela primeira vez, recorda-se que o irmão não queria que ela estivesse perto da sobrinha quando tinha consumido algum tipo de substância.

“Hoje em dia sou uma boa tia e acho que ele tinha razão. Sou uma boa pessoa, mas quando estava sob o efeito de drogas ou álcool, não tomava boas decisões”, acrescentou a atriz de 36 anos.

Eliza sabia que era uma Dependênte Química.

A Possível Causa de Seu Vício

Dushku foi abusada sexualmente pelo coordenador de dublês de Hollywood Joel Kramer durante a produção do filme True Lies (1994), quando ela tinha apenas 12 anos, e ele, 36. Em uma publicação no Facebook, Eliza afirmou que foi abusada em um hotel de Miami na época em que ambos participaram das filmagens do longa dirigido por James Cameron e protagonizado por Arnold Schwarzenegger e Jamie Lee Curtis.

A atriz disse que Kramer, que era o coordenador de dublês do filme, tinha ganhado a confiança dos seus pais durante meses, antes de se oferecer para levá-la para nadar em um hotel com piscina.

“Me lembro vividamente de como apagou as luzes; como colocou o ar condicionado em níveis que pareciam de congelamento; de onde me colocou, exatamente em uma das duas camas do quarto do hotel, que filme colocou na televisão (Cônicos & Cômicos); como desapareceu no banheiro e saiu, nu, sem nada além de uma pequena toalha de mão que ficava curta na metade do seu corpo”, relatou.

“Me lembro de como me deitou na cama, me envolveu com o seu gigantesco corpo que se retorcia e se esfregou em mim. Ele pronunciou estas palavras: ‘Não vai dormir agora, querida, pare de fingir que está dormindo’, enquanto se esfregava mais forte e mais rápido contra o meu corpo catatônico. Quando tinha ‘terminado’, sugeriu: ‘Acho que devemos ter cuidado… (sobre dizer a alguém o que tinha acontecido)‘”

Esse evento e a pressão de uma criança agora com muitas responsabilidades no cinema a fizeram buscar valvulas de escape. Formas de deixar toda a pressão escapar.

Tempos depois de tudo isso Eliza se tratou e hoje permanece bem.